quinta-feira, 7 de setembro de 2017

O PODER DE ESCOLHA DEFENDITO POR TI, SOBRETUDO CONSIDERANDO-SE O CONJUNTO, É FALHO NA NASCENÇA, SARTRE



SegunDo Jean Paul Sartre, viver é se equilibrar constantemente entre escolhas e consequências. Mas será eu isso também ocorreria no amor que não se quer sentir (e se sente) por ser negado o para a morte tê-lo perdido? E será que isso também contempla a imutável tristeza e angústia que de nós, vez ou outra, apoderam-se?

Seríamos tolos o suficiente para escolhermos dor enquanto o mundo ainda se nos abrem diversas e vastas paisagens e cores?


Será que o grito surdo, quando silenciado, traduz alguma real escolha aos campos falada, regozijada ou gitada?

Quanto podemos esconder em nossos adentros, afinal, com contrários do que pronunciamos escolhidos afora?

E quando o triste suspiro do amor escapa do coração também seria uma escolha sentir algo que tanto apavora e fragiliza?


E as guerras, e as fomes, e as misérias, e os burgueses enchendo os bolsos de grana, enquanto os menos favorecidos não têm o que comprar a sustento. Seria a pobreza imposta também uma escolha?

Na verdade, Deus não nos deu poder de escolha algum, sem que ele influencia o poder de escolha do outro dasein, o que derruba a tese sartreana e confirma que as escolhas por ele defendidas e suas respectivas consequências, ou o livre arbítrio, como queiram considerar, foram embutidos numa abnormidade que foi jogada num ponte cheia de coisas que se balança o tempo inteiro.

E fazer escolhar diante de onde se está jogano na ponte prova inexoravelmente que algo há,antes mesmo de nascermos e, deois que nascermos,dependendo de onde nascermos ou formos jogados, que irá interferir imensamente em nossas escolhas e, por consequência, nas escolhas de nossos irmão daseins!

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