... é dia
sapiens no Cosmo
e querem nele esconder os caos,
as probabilidades e as infinitas
possibilidades de tudo;
logicamente que ele,
o sapiens, não sabe o quanto erra,
preso que está a sua vasta e abnômala
senciência,
exceto alguns
como eu e Fernando Pessoa que afirmou
certa vez que “Pensar é essencialmente
errar!”.
Não há medo
de escuro, porque por ele (o sapiens)
foi desfeito o próprio escuro, inclusive
o que sicede à morte, com sublime e divina
luz,
e eu também
não sei nada, porque se digo haver
ali no pósppassagem somente o escuro,
também com minha senciente
demência,
inauguro-o.
E, assim,
a única coisa que ando realmente
querendo é algum real descanso que em breu
de eterna noite perdure!

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