Não
conheço o segredo
do ventre, embora o tenha perscrutado,
por tantas vezes, em disritmias
encefálicas;
sei que já senti suaves
brisas matutinas e já naveguei sublimes
sonhos torvelinhos quando me
era jangada de mim,
até que estranho
líquido se me derramou do fausto ego,
naufragando-me às sinuosas
superfícies peregrinas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário