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Poesias quânticas e outras
domingo, 17 de setembro de 2017
NUVEM, POR QUE CHOVESTE TANTO, ALANGANDO TODA A MINHA PLANÍCIE?
Voei ao céu
sobre uma nuvem;
ao fim da estação, os olhos
estavam machucados,
o corpo, fadigado;
as mãos, calejadas; e as asas,
quebradas;
mas o pior de tudo
foi durante a última chuva,
quando a alma ficou
arrasada.
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