…
soberbamente
como
sempre, ele chegou perante o cão,
seu
professor,
e
começou a lhe
dizer,
com fúria aos olhos, que precisava
de
conselhos, porque havia
discutido
com seu
pai
de manhã.
Ele,
o cão,
obervanndo
aquilo, fez sinal para que
imediato
ele se calasse, antes mesmo que pudesse
despejar
seus argumentos
e
condições:
“Silêncio.
vá
e pede perdão. Se achares que não consegues
viver
respeitando a teu pai com ele,
cace
para ti silentemente
um
canto,
mantendo,
sempre,
no entanto, o respeito
com
o teu progenitor;
mas
jamais
venha
perante a mim novamente
pedir
isso, porque não nada neste mundo
que
pudesse justificar um homem
discutir
com seu pai!

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