“SOU TUA, SÓ TUA, SEMPRE FUI SÓ TU E SEMPRE SEREI, ACREDITA EM MIM, AMOR?”
... nunca cri, Ana;
mas em tua eterna ausência
não faço dos sucos, bagaço;
nem uso
das palavras em falso
espetáculo,
traduzindo-se
na flor de inverno que marcou
minha alma,
sem ter como ou imaginar
nem um centavo de troco a meu
incontrolável e perverso
ego!
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