Não deve haver
muita coisa melhor do
que
quando uma pessoa
se sente feliz
[sobretudo muito feliz,
naquele estado de graça
que
não se pode entender
muito bem];
certamente, seu coração
e sua alma
se travestem de
não-pássaros-naufrágios,
de
não-faustos-de-luminescêncais-sombrias,
de
não-amigos-depois-inimigos-meus;
certamente ele
se cega quanto às
doenças imanentes,
os pesadelos hediondos,
os cortejos dos demônios,
e as inexoráveis ruínas
deixadas
após o dia seguinte.

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