Se eu pudesse,
Já teria arrombado as portas
do paraíso
para te enfiar lá,
exatamente nas mãos de teu
sublime deus
para que ele
contemplasse a abnormidade
criou e se desse
com ela.
Mas eu só posso
abrir-te os quentes portais
do inferno,
de onde, aliás,
os demônios têm [reiteratamente]
reclamado
que nem eles
aguentam mais tua entenebrecida
e merdorrenta presença.

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