terça-feira, 12 de setembro de 2017

MORGENRÔTE



… muitos ainda subestimam o maior dos niilistas! Não obstante, é do absurdo nietszchiano que até mesmo para muitos de seus pensamentos críticos e opositores.

Thor Menkent

… elogiam os voos
dos anjos e dos soberbos engravatados

e, às vezes,
negligenciam o verdadeiro ego
que se pôs nu com seu superego constantemente
ativado,

atribuindo-lhe
contradições e paradoxos que ele, em si,
aceitava e de si propagava so semelhantíssimo
e alta e boa voz,

como em Aurora,
que se demonstrou ser o ponto de partida
ou o trailer do que viria a ser o niilismo e a filosofia
de Friedrisch Nietzsche.

Parece
que se esqueceram (ou desaprenderam)
que ousar e ter a perspicáscia e inteligência
para abrir porteiras é muito miais
que simplersmente, depois,
virem pavimentar
as estradas.

Morgenrôte
não é uma filosofia ou nada que tardasse
ao tempo de Nietzsche por ele
vivido,

era, como quase
tudo que ele escreveu (como que se adivinhasse
ao dizer a sua irmã no leito de morte:
“Por que choras? É hora de
comemorar!”,

com seu olhar frio,
seu pensamento aguçado e sua posição
egocêntrica posicionada ao topo,

ao future,
aos pavimentadores de estradas já abertas.
fosse, de alguma forma influenciar

e nortear!

Nenhum comentário:

Postar um comentário