Ainda é cedo para dormer, eu sei, mas talvez durmamos. É só um sono como os demais, porém eterno e imperceptível.
O Sol, as estrelas, as flores, os msres e tudo que há continuará sendo nosso, sem mais sabermos que nos seja e, talvez, isso não seja assim tão ruim, para nós dois que tanto já falamos do sem imagem, do não-ser e o desejamos em nossos debates filosóficos.
Não desvendamos tudo, mas percorremos por cada trilha que ocupamos com a braveza dos mais fortes pensadores e dos mais ousados cães e anjos.
Hoje, temos uma compreensão melhor do SER e do que dele é. A dor da parturiente de que Nietzsche falava se nos fez. Revelamo-nos e pagamos, mesmo em fortes chuvas, as consequências de sermos jogados no meio das coisas e de nosso poderes de escolha por cada um exercido.
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“Ah, Ana,
a vida dura um segundo
de sonho,
e a eternidade
se revela de modo que
nao posdemos ainda
compreender:
____ parados na porta de saída,
____ um vendaval em suspiros,
____ não há mais tempo para nos abespinharmos
com mundo;
após essa
última passagem,
seremos, enfm, o sempre que
almejamos:
_____ o sem imagens!”
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O céu azul se torna cinzento. O sol ainda teima em se queimar em nossa pele seus últimos raios, enquanto a grande noite, desgovernadamente, se nos anuncia. A casa antiga se definha e, dentro em
breve, já não mais nela andaremos.
Por algum tempo, alguém ainda poderá nos ver em suas lembras, uns sorrirão de alívio, outros chorarão de tristeza.
E nós dois, junto com nossos demais irmãos adormecidos, estaremos insencientemente vondo pelo pálido tecido do Cosmo, Segundo a vontade de nosso Pai, e não mis de nossas posições de nos sermos à beira do erro!
Força. Resistência e fé! Thor Shaitan honrará, por força implingida da mente em outrora, seu compromisso.

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