“... vem!”,
apareceu escrito, com
a autoridade
de uma imperiosa e
corajosa flor
desértica;
“Agora!”, a segunda
ordem mexeu em meus instintos
e em meus desejos mais
secretos.
Neste momento,
abdiquei de pensar no
ser por
um momento,
desvesti-me
do náufrago que
costumeiramente
uso como traje os dias
todos
e, quando vi,
estava ali, dominado,
sem ligar
a mínima para as
nobrezas ou cruezas
dos elementos,
tendo
um orgasmo tão intenso
que fora como se
estivesse derramando
de meu mastro um mar
inteiro!

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