Tua ausência
seria como o asseveramento
deste deserto em mim,
e de minha laiva
visão quanto ao mundo
com seus fluorescentes vermes
sencientes;
e, apesar de eu
não me dar bem com perdas
– talvez não me permitir
muitas coisas mais –
nestes estranhos
caminhos e desalinhos de por aí,
um dia alguém
haverá
de dizer:
“pobre niilita
esse que não pode mais sequer
descrer na fugaz farsa
do amor ”;

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