… em
sua época dela,
em que
estávamos juntos todos os dias,
dizia-me
a razão:
“Não
vai, ela é deste tenra indade
feroz
e inteligentemente dominadora
e não
mede esforços nem consequências
para
suas seduções e conquistas”.
Dizia-me
meu coração
“O
amor é uma coisa únida, vai pois,
que aquele
olhar estrelado, embora possa
te
causar loucuras, é únicoe ebriado de beleza,
de desejo
e de ventura”.
Meu
corpo dizia pouco,
as com
vigor “Não se pode perder algo
tão
precioso e gostoso assim,, vai, abraça,
beija,
chupa, se enrola com ela
e
come”.
Minha
alma,
como
que antecipasse a tragédia,
não dizia
nada: já antevia que, depois dos gozos,
viria
a incontida e estrema agonia
e
dor!

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