domingo, 19 de novembro de 2017

NÃO GUARDO RANCOR, MAS SINTO PENA



... perdida
em embriaguezes vacilantes,
ela congita, totalmente alheia
ao que sou,

e insipidemente
frenética e alheia também o
que de si mesma
é:

e não há
remédios ou anestésicos
para tal chaga,

que
sempre almeja luz e paz
absurdas, acenando os negros
mantos da guerra!

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