...
não existe
esse
negócio de príncipes
ou
de princesas,
de
luzes
ou
de sombras de outros
seres,
de
amores
ou
rancores elucubrados
de
outros:
o
que existe
é
nosso centro e, dele,
a
capacidade para entender
que
o próximo, como nós,
tem
qualidades
e
defeitos,
e a
capacidade
(e
a responsabilidade)
para
doar o que queremos que
nos
reflita!

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