Quando cessam
os afetos e o silêncio
predomina ao fim,
resta guardar ao
deserto
as reminiscentes
lembranças dos frutos
das nuvens,
e das pedras e
espinhos
das terras,
por onde tantas
e tantas vezes nos
ziguezagueamos
meio perdidos, entre a
imensa
vontade de nos amarmos
sempiternamente,
e as recorrentes
quedas e destroços que
íamos ajuntado,
selvagem e
canibalisticamente,
para nos matarmos.

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