...
dois corpos
não podem ocupar o mesmo espaço
no mesmo exato tempo,
e dessa lei física
fizeram, como de tudo, os científicos
e os filosóficos embates,
com o que
se poderia esperar do ser,
com seus abnômalo cerne
fragmentado:
a) No universo
Einsteniano, de fato, há tal impossibilidade,
pois não se pode haver dois referenciais
iguais para dois corpos ou partículas
diferentes;
b) Na física quântica
é outra a estória, posto que
elementares partículas (corpúsculas, portanto),
sem o olhar sapiens ou sem a incidência
da luz que permita o olhar sapies,
assume o comportamento
ondulatório
e (pimba!)
pode ocupar não só o mesmo
como infinitos espaços;
c) Filosoficamente,
eu diria o que sempre defendi: são dois
infinitos universos, paradoxalmente, contidos
um no outro:
o do sapiens,
a seu particular modo de ver, e a do apagamento,
onde não pode, de forma alguma,
incindir seu olhar;
o que me
leva a concluir que a definição de referencial,
de corpos (ou corpúsculos), espaço,
tempo e tudo o mais
é sequer
uma ilusão que represente sequer
um pouco do virginal caos
cosmológico;
d) e, por fim,
no amor (claro aqui que também
se trata de outro humano
feito)
eu creio
que simplesmente, com a força
da mente, eu possa nos imaginar um só
no tempo, no desejo e no frio
ou quente espaço!
não podem ocupar o mesmo espaço
no mesmo exato tempo,
e dessa lei física
fizeram, como de tudo, os científicos
e os filosóficos embates,
com o que
se poderia esperar do ser,
com seus abnômalo cerne
fragmentado:
a) No universo
Einsteniano, de fato, há tal impossibilidade,
pois não se pode haver dois referenciais
iguais para dois corpos ou partículas
diferentes;
b) Na física quântica
é outra a estória, posto que
elementares partículas (corpúsculas, portanto),
sem o olhar sapiens ou sem a incidência
da luz que permita o olhar sapies,
assume o comportamento
ondulatório
e (pimba!)
pode ocupar não só o mesmo
como infinitos espaços;
c) Filosoficamente,
eu diria o que sempre defendi: são dois
infinitos universos, paradoxalmente, contidos
um no outro:
o do sapiens,
a seu particular modo de ver, e a do apagamento,
onde não pode, de forma alguma,
incindir seu olhar;
o que me
leva a concluir que a definição de referencial,
de corpos (ou corpúsculos), espaço,
tempo e tudo o mais
é sequer
uma ilusão que represente sequer
um pouco do virginal caos
cosmológico;
d) e, por fim,
no amor (claro aqui que também
se trata de outro humano
feito)
eu creio
que simplesmente, com a força
da mente, eu possa nos imaginar um só
no tempo, no desejo e no frio
ou quente espaço!

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