em que os enlaçávamos com abraços,
beijos e sonhos
nuvem,
restou-me frias
madrugadas em que me passo
solitário
– mas ainda
e inteiramente
teu –
a te esperar;
e uma inabalável
vontade de manter vivo
nosso sublime
amor,
no mesmo cálice
de vinho em que tantas vezes
nos bebemos
e sob as mesmas
canções em que tantas vezes
nos amamos.

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