Um clássico
de Thaikovsky ou
Mozart;
às vezes,
um jazz, samba
ou roque
a incitar-me
(a mim, esse
já-quase-nada-ser)
para um
- quem sabe –
último
espasmo teso,
com alguma
borboleta
que desvoe,
ou com
alguma mariposa
que não (mais)
se vista com
máscaras
de anjos puristas
em caso de
ressurreição
do menino.

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