Quem diz amar
e corta as oníricas asas
de um pássaro
azul,
ou condena
a liberdade de uma flor
outonal
– quando de íntima
tempestade, brotada entre inseguranças,
ciúmes e insânias
cernientes –,
é dissimuladamente
fausto e tem, à mente, a constante
predominância sobre
o coração.

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