Se regozijais
o dom da razão e a
sublime condição
de serdes filhos à
imagem
e à semelhança de um
onipontente
e bondoso deus,
ao qual dizeis adorar,
amar e seguir em
orações, mandamentos
e sapientes conselhos
parabólicos
- enquanto
me combateis quando
afirmo
que somos os próprios
deuses
e os próprios
demônios que criamos,
com o bem e o mal que
nos são
sencientes e
intrínsecos –;
por qual outro motivo,
que não seja o de se
protegerem
de vossos próprios
“irmãos”,
é que, às noites
vagas,
trancais os portões,
as portas
e as janelas de vossas
casas?

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