... lembrar-me
de Martin Buber, remeteu-me
a outro aspecto psíquico, chamado
Dasein,
dito na filosofia
heideggeriana em que ele
trata o “Ser aí”,
incluindo
não só a capacidade de ser
como a de escolher como ser com
os demais daseins;
Matin
defendia que não existia
intermediários entre o EU
e o outro,
podendo-se
assim postarmo-nos a cada ponto
como quisermos: deuses, loucos
demônios, etecetera;
e foi muito
importante para a psicoterapia
moderna como os demais gênios que
trataram o assunto;
particularmente,
eu penso que com a aquisição de algunas
“barreiras”, digamos assim,
como a funçao paterna
e materna,
o dasein
passa a não ser mais só o meu aí
ou, como diizia Martin,
o eu e o outro;
mas uma complexidade
na qual temos que não só mais lidar
como também, imanentemente,
proteger vários outros
daseins,
formando-se
assim conjuntos-centros como
a família, centro da base social
de todas as civilizações.
De qualquer modo,
avaliado, não a partir do ser-eu,
mas do conjunto,
tanto o dasein
como o eu e e outro
só têm fundamento e propriedade
se conseguirem vigorar além
do interlocutor,
ou seja,
no conjunto todo do sapiens
corpo.
de Martin Buber, remeteu-me
a outro aspecto psíquico, chamado
Dasein,
dito na filosofia
heideggeriana em que ele
trata o “Ser aí”,
incluindo
não só a capacidade de ser
como a de escolher como ser com
os demais daseins;
Matin
defendia que não existia
intermediários entre o EU
e o outro,
podendo-se
assim postarmo-nos a cada ponto
como quisermos: deuses, loucos
demônios, etecetera;
e foi muito
importante para a psicoterapia
moderna como os demais gênios que
trataram o assunto;
particularmente,
eu penso que com a aquisição de algunas
“barreiras”, digamos assim,
como a funçao paterna
e materna,
o dasein
passa a não ser mais só o meu aí
ou, como diizia Martin,
o eu e o outro;
mas uma complexidade
na qual temos que não só mais lidar
como também, imanentemente,
proteger vários outros
daseins,
formando-se
assim conjuntos-centros como
a família, centro da base social
de todas as civilizações.
De qualquer modo,
avaliado, não a partir do ser-eu,
mas do conjunto,
tanto o dasein
como o eu e e outro
só têm fundamento e propriedade
se conseguirem vigorar além
do interlocutor,
ou seja,
no conjunto todo do sapiens
corpo.

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