segunda-feira, 3 de abril de 2017

ENQUANTO SER, PODE-SE. DEPOIS, NÃO MAIS!



... estou com
vontade de te abraçar,

e de dançar
contigo uma valsa ao quântico
ritmo do caos,

onde podemos,
ainda, enquanto somos,

promover,
como sencientes pássaros
livres,

antes que
nos acabemos desmembrados
pela trágica condição natural
ao ser,

apenas
um amontoado disperso

de átomos!

Nenhum comentário:

Postar um comentário