... perdemos
para nós mesmos, Ana, no único
momento que era realmente
nosso;
e tudo
que eu queria que entendesses,
era que não comandamos o universo
para esperarmos (por) ou imaginarmos novos
encantos!"
para nós mesmos, Ana, no único
momento que era realmente
nosso;
e tudo
que eu queria que entendesses,
era que não comandamos o universo
para esperarmos (por) ou imaginarmos novos
encantos!"
... paraísos
não são perdidos,
nem os infernos,
nem os amores, nem as dores,
nem as coragens,
nem os atos covardes, nem a paz,
nem a guerra,
nem a vida,
e eu não quero ficar cantando
sobre isso;
eu só quero
dizer que o Universo nos deu,
singularmente, verdes
ramas,
a serem
condenadamente, pelo mesmo
fator ininteligível, a serem
extintas!
dizer que o Universo nos deu,
singularmente, verdes
ramas,
a serem
condenadamente, pelo mesmo
fator ininteligível, a serem
extintas!

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