Do idos tempos e
destempos
do passado,
aquela imensidade
havida
em nossa pueril
infância;
aqueles sonhos, amores
e esperanças;
e aquelas quedas,
dores
e descrenças
eram apenas ilusões
efêmeras.
O presente continua
a se preencher de
imagens
frutificadas de nossas
retinas cegas;
e porvir são tão
somente
novas, exíguas
e faustas projeções
espalhadas entre as
coisas
que por si são,
sem o senciente e abnômalo
modo de ver
sapiens.

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