CEDO DEMAIS –XXXIX
Antes
de me despejares,
novamente, tuas soberbias
palavreadas e tuas faustidades
ensombradas
– porque aquilo
que viu o mensageiro
não pode ser, dele,
encoberto –,
verifica-te a memória
fragmentada; limpa-te, dos chãos,
as fezes
e varra-te, dos ares,
as messes, antes que te morras
como narceja, em meio a vermes
e fezes.
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