quinta-feira, 13 de abril de 2017

CEDO DEMAIS –XXXI




“Por que me odeias
tanto,
Thor Menkent?”

Eu não sinto
ódios,
apenas assevero
o verbo

para dizer,
de outra forma,
que, de onde te habitas
a regozijares
avessos;

nunca houve,
sequer,
uma palavra que,
a meus dias,
tenha trazido
mais luz.

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