... ainda vês, querida,
as nódoas ao piso, que ficaram
aos tacos amadeirados,
de teu quarto?
São silentes
lágrimas de quando estive
a voar por aí;
– como um anjo
invisível –
a zelar-te
nos sonhos, nas quedas
e nas vesanias
ao caminho,
a apaziguar-te
as culpas, as dores e as angústias
ao cerne vadio
e a amar-te,
incondicionalmente, a descuidada
alma vazia!
as nódoas ao piso, que ficaram
aos tacos amadeirados,
de teu quarto?
São silentes
lágrimas de quando estive
a voar por aí;
– como um anjo
invisível –
a zelar-te
nos sonhos, nas quedas
e nas vesanias
ao caminho,
a apaziguar-te
as culpas, as dores e as angústias
ao cerne vadio
e a amar-te,
incondicionalmente, a descuidada
alma vazia!

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