...
não apresento,
nem
sigo currículos, paragens
ou
freguesias,
nem
me alimento
só
de palavras de anjos belos
e
pseudossabidos:
irresponsável
é
minha poesia com suas reflexões,
com
suas merdas e com suas
porras
respingadas
nestes
frios
confins:
dos
males,
o
menor, à sociedade
sigo-me
contido em margens
que
me parecem sempre demasiado
frias
e salgadas!

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