Sempre
há
uma primeira vez para tudo:
dizem.
E digo eu
que pode até
ser,
exceto
quando pensamos poder dadivar
etéreos amores com verbos
e versos,
ou quando
pensamos poder habitar
idílicos e nobres paraísos
eternos;
que os amores
costumam morrer, fatidicamente,
no encontro com outros
amantes,
e o ilustre lar
dos deuses nunca se revelam
ao apagamento,
presos que estão,
abnormal e inalienavelmente,
às sapiens senciências
vivas.
uma primeira vez para tudo:
dizem.
E digo eu
que pode até
ser,
exceto
quando pensamos poder dadivar
etéreos amores com verbos
e versos,
ou quando
pensamos poder habitar
idílicos e nobres paraísos
eternos;
que os amores
costumam morrer, fatidicamente,
no encontro com outros
amantes,
e o ilustre lar
dos deuses nunca se revelam
ao apagamento,
presos que estão,
abnormal e inalienavelmente,
às sapiens senciências
vivas.

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