... quanta ilusão,
nem o céu é azul como pensamos,
quanto mais são não são fiéis as aspirações
de nossas reflexões;
o Universo,
eu garanto, é surdo e cego
aos sonhos e aos brados
humanos,
e não nos
há a menor possibilidade de nos
desprovermos desse falso
enleio,
pois, de tudo
que vemos e renomeamos, tornamo-nos
vastos e irremediáveis
prisioneiros!

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