todos têm ao cerne
sapiens,
embora
regozijam lumes,
em verbos sublimes,
e omitam sombras
em seus reflexos
por aí;
que, por sonhos
sem asas,
e por quedas
recorrentes,
todos passam
a seus devidos
tempos;
creia-me,
e me sejas
um cais suave,
sem tão severos
julgos,
– e me permitas
sê-lo também
a ti –
de esperança
e amor.

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