sábado, 13 de maio de 2017

O QUE SOMOS E O QUE FIZEMOS?



... perguntam-me muita coisa sobre o Ser e me perguntaram sobre por que foram feitas as armas nucleares e se eu acho que elas serão usadas.

E eu vou, resumidamente, falar, porque o Ser, embora se considere filho de Deus, faz coisas de modo pior que o diabo: tudo, absolutamente tudo, que o ser faz é, incontestavelmente, em certo momento para ser usado, o que me leva a afirmar que estamos condenados.

Há no mundo de hoje mais de 10.000 bombas atômicas, nas potências, sobretudo EUA, RÚSSSIA E CHINA, como há muitas também em outros países como Inglaterra, Alemanhã e França. Só para se ter uma pequena ideia, a França, um país pequeno, tem ativas 52 armar nucleares em submaridos prontas para ser acionadas.

A questão é que o ser se atreveu demais e fez o que não deveria tocar. Cada ogiva hoje é mais de mil vezes mais poderosa que as de Hiroshima e Nagazaki, e cada míssel carrega várias ogivas.

Acidentalmente ou não, a um míssel nuclear disparado, a outra potência não pode esperar, senão serão detonadas suas próprias ogivas em seus próprios estados, o que os dizimaria rapidamente.

Cogumelos gigantes com temperatura que chegaria a ao milhões de graus no centro evaporalizariam tudo a quilômetros de raios. Os principais e primeiros alvos seriam os centros tomadores de decisão e onde guardam suas armar nucleares, para se tentar evitar revalidações.

Assim, mísseis se cruzariam sobre o atlântico e Moscou e Whashington cairiam primeiro em cer ca 10 a 20 minutos apenas. Mas não seria com somente um míssil, há mais de 5.000 no mundo. Em cada cidade, vários mísseis. A um ponto, seria inevitável a China entrar, porque uma das potências dispararia para ela alegando estar neutra ou do lado contrário. Se entrarem do lado dos EUA, a ário. Se entrarem do lado dos EUA, a Rússia, depois de disparar seus milhares de mísseis, desapareceria do mapa. Mas em contra-ataque também dispararia ogivas contra a China.


Os segundos alvos, depois das bases de comando dos países e de seus portos de mísseis, seriam as cidades de grandes portes, que seriam bombardeadas.

Vou lembrar de novo que falo de um poder que quem me lê agora não conhece direito, porque mais felizes seriam os que morressem imediatamente, porque se sucederia nuvens de radiação levadas pelo vento que povoariam todo o planeta. E o pior, ocorreria uma nuvem de poeira atômica, irradiada que impediria os raios solares de tocar qualquer parte do planeta.

Os habitantes do sul, por não serem potências nucleares, seriam poupados, mas 95 % de sua população morreria de câncer ou de fome porque toda a agricultura morreriano inverno nuclear que duraria, no mínimo, 20 anos.

Eu diria em resumo que, de 7 bilhões de habitantes, sobrevivesse no mássimo umas mil pessoas, depois de tanta agressão, de tanta destruição, de tanta radiação e do rigososo inverno nuclear.

Mas pode não restar nenhum, apenas vegetação que suportaria voltando depois a tudo ocupar.

Mas, supondo que sobrassem apenas mil pessoas no mundo e que eles sobrevivessem a tudo isso, podem achar que sou monstruoso, mas vejo aí a maior possibilidade, por toda perda, de o ser humano criar vergonha na cara e não mexer com o que Deus deixou ao centro nuclear segurado!

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