Entremeio
ao lúdico enlace
a que nos pusemos,
oniricamente,
a fabricar
– como quando ainda
éramos crianças
a brincar de piques
e amarelinhas –,
em variáveis teias
e improváveis tramas,
com nossas sedes
e fomes
de (nos) sermos,
de (nos) existirmos
e de (nos) (re) criarmos:
descuidamo-nos
dos sedutores arranjos
das palavras,
com seus segredos
às entrelinhas;
dos fulgorados despertares
dos sentidos,
com seus despudores
desmentidos;
e, sobretudo,
dos obscuros mistérios,
entre o real e o imaginário,
que nos permitimos emergir
às superfícies.
ao lúdico enlace
a que nos pusemos,
oniricamente,
a fabricar
– como quando ainda
éramos crianças
a brincar de piques
e amarelinhas –,
em variáveis teias
e improváveis tramas,
com nossas sedes
e fomes
de (nos) sermos,
de (nos) existirmos
e de (nos) (re) criarmos:
descuidamo-nos
dos sedutores arranjos
das palavras,
com seus segredos
às entrelinhas;
dos fulgorados despertares
dos sentidos,
com seus despudores
desmentidos;
e, sobretudo,
dos obscuros mistérios,
entre o real e o imaginário,
que nos permitimos emergir
às superfícies.

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