...
não devias
escrever com inferências sobre
o cão niilista,
baby;
tu não compreendeste
com o mestre que, nessa nossa carne,
estamos sem destino,
a imaginar
fantasias, prazeres e salvações
idílicas,
embora
penses que lhe haja todo
espaço para brincar, para amar
e para à tua tênue luz
semear!
escrever com inferências sobre
o cão niilista,
baby;
tu não compreendeste
com o mestre que, nessa nossa carne,
estamos sem destino,
a imaginar
fantasias, prazeres e salvações
idílicas,
embora
penses que lhe haja todo
espaço para brincar, para amar
e para à tua tênue luz
semear!

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