Às
vezes,
desenhar com
palavras
é tão simples
assim:
sirvo-me
de um café em xícara
floral,
sento-me
à cadeira amarelada
de vime
defronte
a mesa que fica
na sala;
olho pela
janela as nuvens
e os pássaros,
olho a
parede com sua cor
esquálida;
pego
da folha
branca,
pego
do giz
de cera
pego
da esferográfica
surrada,
e, dividido
entre o amor à liberdade
de fora
e à angústia
e solidão de dentro;
e,assim abro-me
os umbrais da mente
vesana.
desenhar com
palavras
é tão simples
assim:
sirvo-me
de um café em xícara
floral,
sento-me
à cadeira amarelada
de vime
defronte
a mesa que fica
na sala;
olho pela
janela as nuvens
e os pássaros,
olho a
parede com sua cor
esquálida;
pego
da folha
branca,
pego
do giz
de cera
pego
da esferográfica
surrada,
e, dividido
entre o amor à liberdade
de fora
e à angústia
e solidão de dentro;
e,assim abro-me
os umbrais da mente
vesana.

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