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Poesias quânticas e outras
segunda-feira, 3 de abril de 2017
MEIA-NOITE XXXIII
Ó Senhora,
com maestria
atuação
– em verbos,
gestos e sonhos – nos palcos
da vida;
se te vi matar
formigas de asas, abelhas-rainha
e aranhas tecedeiras,
por que reclamas
de umas pedrinhas que os vermes
te atiraram?
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