Que se fodam
agora os manequins, as
sereias,
os tentilhões e as
flores
alvissareiras,
que se fodam
agora os menestréis, os
puristas,
os demais faroleiros e
as putas
trepadeiras;
que se foda
agora tudo e todos,
que lhes congelamos
todas as faustas
e vãs transitividades;
e lhes suspendemos
o espaço, o instante e
as sencientes
epilepsias, em nosso
amor
à nuvem.

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