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Poesias quânticas e outras
quinta-feira, 6 de abril de 2017
MEIA-NOITE XLVIII
Foram ficando ao inverno
restos de sonhos
e de carnes
– e as palidezes dos verbos
e dos gestos –,
agora é a vez do deserto,
com tua inequívoca
morte,
entre vermes, bactérias
e insetos.
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