Venha-me
por uma última
vez
– à madrugada
silente
de um sábado
qualquer,
e não te esqueças
de trazeres
uma vela acesa
às mãos,
nem teu onipotente
e bondoso
deus
ao coração –,
porque me farei
tempestade,
e com tão fortes
chuvas
que inundarei
até os vazios
e nadas,
que remanesceram
de nossas tresloucuras
de outrora.

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