Há muito
percebeu-se eu a teoria einsteiniana era incapa de explicar todos os
comportamentos havidos no Universo, sobretudo no mundo da pequeníssimas
partículas que estão próximas ou abaixo da escala atômica.
E tudo que há é formado por tais partículas, o que criou um impasse na ciência moderna. O que ocorre lá nesse pequeno mundo de onde tudo surge, foi objeto de debate entre Einstein, que pregava que devia ser traduzido em linguagem matemárica todos os comportamentos de partículas e a quântica em que não se havia fórmulas matemáticas possíveis, pois a partícula, em vez de comportar-se como martícula neste mundo extremamente pequeno apresentava duas opções: ao observar humano, por qualquer mecanismo, comportava-se como partícula; desprovido do olhar humano, como onda.
A experiência da fenda dupla comprovou ambas as posições: a com a visão humana e a sem visão humana.
A questão então passou a ser outra: tal comportamento como ondas advinha do olhar humano ou da luz de que necessitava o olhar humano para verificar tal comportamento? O que provocaria a mudança de comportamento para o de ondas?
Bem, não foi descoberto ainda a causa, entretanto percebe-se que, seja da maneira que for, o olhar humano interfere no comportamento subatômico das partículas que formam tudo que há no universo.
Em busca do entendimento de porquê sessão comportamento quântico ao olhar humano, partiram para uma Teoria de Tudo, o que me parece impossível de se explicar, pois o limite de visão humana é exatamente o limite onde paparece a luz em suas retinas, razão pela qual digo que a tudo ele reinaugura em alguns textos meus, sendo-lhe impossível pela razão ou imaginação (pois que esta também demanda luz para ser concebida) para a natural das coisas.
Um exemplo da confinação do olhar humano aos limites da luz são os buracos negros que, por força gravitacional descomunal a tudo em sua volta devor, inclusive à luz quando esta adentra seus horizontes de eventos, impedindo que se veja ou que sepre veja o que ocorra em seus interiores.
Claro que parece ininteligível, mas o ponto máximo que o homem pode ver no passado é exatamente o Big Bang, porque dali começou a haver a expansão cosmológica e a formação do que há com luz através da qual podemos ver.
Antes? Devia haver algo, a que o ser humano jamais poderá observar ou imaginar, posto que energia e matéria estavam condensados em um ponto mínimo do tamanho de um quark e por uma flutuação quântica em tal ponto o mínimo se transformou no infinito universo observável, ainda em expansão e, ao que tudo indica, em expansão exponencial eterna, tendendo a entropia vencer à gravidade.. destroçando tudo que há, inclusive os buracos negros (através da radiação Hawking) em um caldo quântico de partículas.
Mas o objetivo deste texto não é científico nem tem a intenão de se aprofundas nas questões naturais e universais, mas sim no que seja o ser no meio disso tudo.
E o que seja o ser parece-me uma abnormidade capaz de reformular, renomear ou adulterar tudo que há no cosmo (a que chamo aparamento) com suas retinas refletindo a luz real ou imaginária que empregam para ver as coisas.
Desde ponto, considero o Ser também uma singularidade, mas abnôala e senciente, capaz de, como centro, cada um de nós, refazer todo um infinino Cosmo que, paradoxalmente, esteja contido num outro infinito que esteja além de nossa visão retilínica.
Parece loucura, mas não é. A quântica demonstra que a visão humana ou o pensamento humano mudam as coisas como naturalmente são, ou seja, a lua não se sabe lua, o sol não se sabe sol, o mar não se sabe mar, as estrelas não se sabem estrelas e nem a morte não se sabe morte (não passando de uma transformação natural das coisas; mas assim as chamamos como a tudo que ousamos enxergar, pensar, fantasiar, cientificar, teologislar, etecetera.
E o niilismo quando fala do ser, não fala do nada, fala do ser com tendência à perda deste abnômalo poder de refazer tudo que há no cosmo. Não é, portanto, essencialmente um ateu, é um pensador que ousa imaginar a possibilidade de que não iremos a lugar algum apenas continuaremos a pertencer ao universo (apagamento) com nossos átomos dispersos, sem mais as características, pensamentos, emoções e imaginações do ser; ou seja , como tudo que há continuaremos, mas não mais sendo!
Convém salientar que esse mísero ser que escreve considera o Niiilismo, neste conjunto todo, como também uma das imanências básicas do ser e penso, realmente, que não tardará uma genial mente filosófica comprovar isso, como Jung fez coma espiritualidade.
Neste texto, para torná-lo um pouco mais plausível, evitaram-se nomes de cientistas e de filósofos com suas teses, e traçou-se um perfil geral, com a minha opinião sobre que o niilismo seja também uma imanência humana como a ID, o EGO, o SUPEREGO e a ESPIRITUALIDADE.

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