TEMPO DE IMAGENS LXXVII
Se amanhã eu
não me acordar com flores
à tua varanda,
não lamentes
os momentos perdidos em severas
chuvas de fogo,
não chores
a morte do pássaro
na fria noite
passada,
tampouco
te doas por meu repouso
em eternal
berço;
antes,
segue-te no teatro
da vida,
singelamente,
que ele
te levará outras flores
por mim.
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