Vem, solidão,
vem impedir-me
a ousadia
de ser pássaro
de nuvens
brancas,
vem congelar-me
os tênues
sonhos
nas frias mãos
do vento;
vem escuridão,
vem abafar-me
as idas luzes
que me assombram
como fantasmas,
vem abrandar-me
essa dolorida
e angustiante
dor na alma.

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