segunda-feira, 20 de março de 2017

O CÉU NÃO É AZUL XXXIV



Não sou só eu
quem de cantos e contos
duvida,

meus fantasmas,
a (re) nascerem desde
que eu era pequenino,

entre mares, amares
e navegares,

lembram-me
todos as noites

dos sonhos
impossíveis,

das esperanças
exíguas,

e dos paralelepípedos
do caminho.

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