O CÉU NÃO É AZUL XXXIV
Não sou só eu
quem de cantos e contos
duvida,
meus fantasmas,
a (re) nascerem desde
que eu era pequenino,
entre mares, amares
e navegares,
lembram-me
todos as noites
dos sonhos
impossíveis,
das esperanças
exíguas,
e dos paralelepípedos
do caminho.
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