Há-me uma angustiosa
e sublime paz
na alma
– que de mim
ainda era desconhecida
–,
acho que me enganei
naquelas chuvas,
– ao lento esvair-se
de nossas noites
ébrias –,
quando te via
a dissover teu olhar
entre faustos sonhos
aos céus
e pestilentes estrumes
aos chãos.

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