É Nietzsche, é Pessoa, é
Vinícius
e outros magos de palavras.
É Alexandre, é Napoleão, é Hitler
e outros conquistadores de reinos.
É Tarzan, é Conde Vlad, é Pelé,
e outras folias de reis.
É Don Juan e outros galãs das TVs
e das mentes acéfalas.
É o demônio das trevas e dos castigos,
é o deus das luzes e das redenções,
É a crença dos fiéis de luzes acesas,
é o medo, é a esperança exígua.
É o homem, é o mito, é a lenda
que valsa, que sonha, que se queda
no desalinho das imagens personificadas.
É toda merda que não me vale nada,
mas me aprisiona no enfermo maldito
de também ser um abnormal.
e outros magos de palavras.
É Alexandre, é Napoleão, é Hitler
e outros conquistadores de reinos.
É Tarzan, é Conde Vlad, é Pelé,
e outras folias de reis.
É Don Juan e outros galãs das TVs
e das mentes acéfalas.
É o demônio das trevas e dos castigos,
é o deus das luzes e das redenções,
É a crença dos fiéis de luzes acesas,
é o medo, é a esperança exígua.
É o homem, é o mito, é a lenda
que valsa, que sonha, que se queda
no desalinho das imagens personificadas.
É toda merda que não me vale nada,
mas me aprisiona no enfermo maldito
de também ser um abnormal.

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