O CÉU NÃO É AZUL LXIII
De tão densos sonhos,
jazidos em minha puerícia
___ perdida;
de tão afiados espinhos,
cravados no caminhos de minha
___ vida;
de tão cruciantes
dores, por tantos outros novos templos
___ ainda não sentidas;
de tão bruta e cruel
essa triste realidade sem
___ guaridas;
que,
dessa vida vil
___ e maldita,
quero
apenas um morrer inane
___ nas cinzas!
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