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Poesias quânticas e outras
domingo, 26 de março de 2017
DESERTO 47 – VI
Tuas palavras
tão alvas,
tão faustas,
tão envolventes,
a florirem
de tua mente
tão esplende
tão fulgorosa,
tão demente,
trouxeram-me
cruciantes
dores.
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