Era uma vez
um anjo que não era humano
– ou uma mulher que
se dizia anjo? –,
carecia de que ovelhas
sangrando em agonia lhe confiassem
a pureza nata dos que nunca
tiveram má fé,
enquanto era incapaz
de evitar contorcer-se às fantasias,
insânias e paus de vermes
safados e de urubus
letrados.
Péricles Alves de Oliveira (Thor Menkent)
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